Notícias - InstitucionalEstudantes de Medicina Veterinária da UFMG participam do projeto ‘Por Dentro do MP’






TOS AQUI ?Alunos da residência em Medicina Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) participaram, nesta segunda-feira (14 de setembro), de mais uma edição do projeto Por Dentro do MP, promovido pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Realizado na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, o evento reuniu 23 participantes, entre residentes do curso de Medicina Veterinária da UFMG e uma docente da instituição.
A programação contou com a participação da promotora de Justiça Luciana Imaculada, que apresentou aos estudantes a atuação do MPMG em diferentes áreas. Também estiveram presentes o médico-veterinário e servidor do MPMG Gustavo Xaulim e a coordenadora do projeto Por Dentro do MP, Ana Catão.
Durante a visita, os participantes acompanharam uma atividade do projeto Cativeiros, desenvolvida pelo Instituto Arbo. A ação proporcionou uma experiência imersiva por meio de óculos de realidade virtual, permitindo aos estudantes conhecer, sob uma nova perspectiva, a realidade de aves vítimas do tráfico e da apreensão ilegal.
Para Guilherme Figueiredo, residente em Medicina Veterinária da UFMG, a experiência foi enriquecedora e ampliou sua visão sobre o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público.
“A gente sempre imagina que a atuação do Ministério Público está muito ligada à área jurídica, mas fiquei encantado com a palestra e com a enorme variedade de projetos voltados para a proteção dos animais”, afirmou.
Segundo ele, a visita também evidenciou a importância da atuação integrada entre diferentes profissionais na defesa da causa animal.
“É muito interessante perceber que não estamos lutando sozinhos. O Ministério Público também desenvolve iniciativas que beneficiam os animais e a população, especialmente dentro da perspectiva da saúde única”, destacou.
Guilherme ressaltou ainda que a experiência de realidade virtual promovida pelo Instituto Arbo foi impactante por permitir aos estudantes se colocarem no lugar de uma ave retirada ilegalmente de seu habitat, tornando mais concreta a compreensão dos impactos do tráfico de animais silvestres.
