Hackthon Cidades pela Primeira Infância
I Hackathon de Arquitetura MaPI – Cidades pela Primeira Infância
Ideias que transformam espaços. Espaços que transformam infâncias.
Como seriam cidades pensadas a partir das necessidades das crianças pequenas?
O Projeto MaPI – Minas pela Primeira Infância, do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), realiza o I Hackathon de Arquitetura MaPI – Cidades pela Primeira Infância, em parceria com a Rede Primeira Infância – Minas Gerais (REPI-MG) e com o apoio da Fundação Van Leer/Urban95, da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com o ENANPARQ9.
A iniciativa convida estudantes e profissionais da arquitetura e diferentes áreas a trabalharem de forma colaborativa e multidisciplinar na criação de propostas de qualificação e transformação de espaços urbanos para a primeira infância.

Um desafio para transformar a cidade
As equipes inscritas receberão um desafio específico, que será revelado no lançamento do evento. A partir das informações e referências técnicas disponibilizadas pela organização, os participantes terão o desafio de desenvolver uma proposta arquitetônica e urbanística capaz de responder às necessidades da primeira infância e transformar a relação das crianças com os espaços públicos.
A proposta deverá considerar aspectos como adequação às necessidades da primeira infância, sustentabilidade, resiliência climática, acessibilidade, viabilidade de execução, criatividade, inovação e potencial de impacto social.
Colaboração para criar novas possibilidades
O Hackathon foi pensado para aproximar diferentes conhecimentos e estimular a formação de equipes multidisciplinares. Cada equipe será formada por 2 ou 3 integrantes, reunindo obrigatoriamente estudantes e profissionais ou professores.
Mais do que uma competição, a proposta é criar um espaço de troca, experimentação e construção coletiva, estimulando estudantes e profissionais de Minas Gerais a pensar soluções para cidades que acolham melhor as crianças e suas famílias.
Da ideia para a cidade
As propostas aprovadas pela Comissão Julgadora integrarão um Banco de Ideias do Projeto MaPI, que poderá ser consultado por municípios mineiros interessados em transformar seus espaços públicos para a primeira infância. Assim, as ideias desenvolvidas durante o Hackathon poderão ultrapassar os limites da competição e servir de inspiração para novas intervenções nos territórios.
Premiação
As equipes melhores colocadas na maratona, receberão prêmios, conforme tabela a seguir:
1º lugar: Participação dos integrantes da equipe em curso/workshop com Tim Gill, incluindo
inscrição, passagens e hospedagem; kit de publicações da Urban95; divulgação do projeto
vencedor pelos canais de comunicação e redes sociais da Urban95.
2º lugar: Custeio da inscrição para participação no ENANPARQ 9; divulgação do projeto pelos
canais de comunicação e redes sociais da Urban95.
3º lugar: Kit de publicações da Urban95; divulgação do projeto pelos canais de comunicação e redes
sociais da Urban95.
Quando acontece?
O Hackathon será realizado nos dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2026, inteiramente em formato virtual.
O desafio será lançado no dia 31 de agosto, às 10h30. A partir daí, as equipes terão até 12h do dia 1º de setembro para desenvolver e enviar suas propostas. A avaliação das finalistas e a cerimônia de premiação também ocorrerão virtualmente.
Quem pode participar?
Podem participar estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino de Minas Gerais e profissionais que tenham residência ou vínculo profissional no Estado, desde que atendam aos requisitos previstos no edital. Serão disponibilizadas 30 vagas para equipes.
Os interessados devem fazer leitura atenta do Edital PGJ nº03/2026, onde consta todas as informações do evento.
Inscrições
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas em equipes de 2 ou 3 integrantes, por meio do link: https://forms.cloud.microsoft/r/fbr8z4CqwX
Período de inscrições: 21 a 27 de agosto de 2026, até as 23h59.
Reúna sua equipe, aceite o desafio e ajude a imaginar espaços urbanos mais acolhedores, acessíveis e adequados para quem vive a primeira infância.
Cidades pela Primeira Infância: a cidade que queremos começa pelo lugar onde a infância acontece.