Início do conteúdo

Capacitação reuniu profissionais da segurança pública para discutir acolhimento, prevenção da revitimização e fortalecimento da atuação de instituições de combate à violência de gênero

[ LINGUAGEM SIMPLES ]
Este resumo aparece para o leitor como um botão que abre uma janela flutuante. O texto abaixo deve ser curto, claro e acessível ao cidadão leigo.
[ FIM DO RESUMO ]
Preencha o texto do resumo. O botão será gerado automaticamente na página publicada.

[ INICIO DO CARROSSEL ]
Preencha o crédito do fotógrafo
Preencha a legenda geral do carrossel
260902 Evento Violencia de Genero-MPMG-salao vermelho-3.jpg260902 Evento Violencia de Genero-MPMG-salao vermelho-2.jpg260902 Evento Violencia de Genero-MPMG-salao vermelho-1.jpg
[ FIM DO CARROSSEL ]

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) sediou, nesta quarta-feira (2 de setembro), o Dia C de Capacitação: Atendimento, Proteção e Perspectiva de Gênero na Segurança Pública, iniciativa realizada simultaneamente em todo o país para qualificar profissionais que atuam no enfrentamento da violência contra mulheres e meninas. A ação é promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com o Ministério das Mulheres, o MPMG e instituições da rede de proteção.

Na abertura do evento, a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou o alcance nacional da mobilização e a importância da formação continuada dos profissionais envolvidos no atendimento às vítimas. “Essa capacitação está acontecendo de forma simultânea em todo o Brasil, nas 27 unidades federativas, com mais de 7 mil participantes. Isso é muito importante. Nós estamos mudando a história do país”, afirmou.

A ministra também ressaltou a necessidade de aperfeiçoar a atuação das instituições da rede de proteção e combater diferentes formas de violência de gênero. Segundo ela, o objetivo é garantir que “cada ação em relação às mulheres tenha qualidade, tenha responsabilidade” e contribuir para que mulheres e meninas vivam sem violência e discriminação. “Nós queremos igualdade de gênero, raça e etnia”, declarou.

Em seguida, o diretor da Secretaria Nacional de Segurança Pública, João Alberto Nogueira Júnior, definiu o Dia C como a maior capacitação já realizada em âmbito nacional voltada aos agentes de segurança pública. Segundo ele, o encontro busca fortalecer o acolhimento adequado às vítimas e promover uma atuação comprometida com a eliminação da revitimização. “Abordaremos a perspectiva de gênero na atuação diária de cada profissional que lida com meninas e mulheres vítimas, no acolhimento correto e no atendimento qualificado, com um compromisso inegociável de eliminar qualquer forma de revitimização”, afirmou.

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (CAOVD), Denise Guerzoni, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou a dimensão da mobilização nacional. De acordo com ela, profissionais de segurança pública se reuniram simultaneamente nas 27 capitais brasileiras e em dezenas de municípios do interior em uma jornada de qualificação voltada à proteção das mulheres.

[ FALA EM DESTAQUE ]
? INSIRA A FOTO AQUI ?promotora de Justiça Denise Guerzoni.jpg
[ FIM DA FALA ]
Preencha os campos acima. O destaque será gerado automaticamente na página publicada. Se não houver foto, aparecerão aspas grandes como placeholder.

Durante o pronunciamento, Denise Guerzoni destacou a importância da perspectiva de gênero para a qualificação do atendimento. “Adotar a perspectiva de gênero não significa afastar técnica, imparcialidade ou o rigor profissional. Pelo contrário, significa justamente qualificar a técnica”, afirmou. Ela observou que a compreensão das desigualdades que permeiam as relações de violência permite identificar riscos, reconhecer diferentes formas de agressão e adotar medidas de proteção mais eficazes.

[ INICIO DO CARROSSEL ]
Se deixar vazio, a legenda não aparecerá.
? INSIRA AS F55505192400_46e14309fa_c _1_.jpgOTOS AQUI ?
[ FIM DO CARROSSEL ]
Preencha os campos acima. As fotos serão transformadas em um carrossel na página publicada.

A coordenadora do CAOVD também enfatizou o papel decisivo dos profissionais que realizam o primeiro atendimento às vítimas. “O atendimento humanizado não é um gesto acessório de sensibilidade, é um dever jurídico de todos nós, uma exigência técnica e uma condição para a efetiva proteção”, disse. Ao encerrar a abertura, ela reforçou que toda mulher que busca apoio do Estado deve ser “ouvida, respeitada, acolhida e protegida”.

Veja mais fotos do evento

Fim da notícia

Ministério Público de Minas Gerais

Assessoria de Comunicação Integrada
Diretoria de Conteúdo Jornalístico
jornalismo@mpmg.mp.br
Final do conteúdo