Início do conteúdo




O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou na manhã desta quinta-feira, 3, a Operação Hexagrama II, que investiga uma organização criminosa envolvida na prática de crimes como corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Três mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, expedidos pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Nova Lima, foram cumpridos.

A operação contou com o apoio do Batalhão Rotam da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.

As ordens judiciais autorizaram a entrada em estabelecimentos comerciais e residências em Contagem e em Belo Horizonte de pessoas investigadas pela lavagem de dinheiro e blindagem patrimonial do provável líder da organização criminosa.

Os alvos da operação são dois parentes próximos do líder da organização criminosa, identificado pelo apelido de Danone, suspeitos de serem os responsáveis pela movimentação financeira e pela ocultação do patrimônio do grupo criminoso, e um contador, que é suspeito de prestar assessoria técnica para a lavagem de dinheiro da organização. O contador não foi preso na operação.

Participaram da operação quatro promotores de Justiça, quatro servidores do MPMG, 16 policiais militares e três bombeiros militares.

A operação de hoje é um desdobramento da Operação Hexagrama, deflagrada em 6 de março deste ano, que resultou na prisão de 14 pessoas, dentre elas dois policiais civis e cinco policiais militares. Danone e os gerentes da organização criminosa continuam presos.

Fonte: Gaeco
Ministério Público de Minas Gerais
Superintendência de Comunicação Integrada
Diretoria de Imprensa
Twitter: @MPMG_Oficial
Facebook: www.facebook.com/MPMG.oficial
Instagram: www.instagram.com/MPMG.oficial
03/09/2020

Final do conteúdo