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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) regional Patos de Minas, deflagrou nesta terça-feira, 23 de junho, a operação Hybris – Fase 2, destinada a desarticular associação criminosa voltada à receptação, adulteração de sinais identificadores de veículos automotores, ocultação, transporte e comercialização de veículos e maquinários de origem ilícita.  

No curso da operação, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão, sendo três em Minas (Uberlândia e Uberaba) e um no estado da Bahia, além de cinco mandados de busca e apreensão, sendo quatro em Minas ( (Uberlândia e Uberaba) e um na Bahia. As medidas judiciais têm como objetivo coletar novos elementos probatórios, especialmente aparelhos celulares, computadores, mídias digitais, documentos, registros financeiros, documentos relacionados a veículos e materiais capazes de auxiliar na completa identificação da estrutura do grupo, divisão de tarefas, cadeia de comando e eventual participação de outros envolvidos. 

A nova fase decorre do aprofundamento das investigações iniciadas na primeira etapa da operação Hybris, oportunidade em que foi identificada organização criminosa especializada na subtração e receptação de maquinários agrícolas. Segundo os elementos colhidos, mesmo após a deflagração da primeira fase e o oferecimento de denúncia criminal, integrantes do grupo teriam mantido a prática de novos delitos.  

As investigações apontam que a associação criminosa é comandada por um indivíduo já denunciado pelo Ministério Público. Segundo as apurações, ele continuou as atividades ilícitas mesmo após ser alvo na primeira fase da operação Hybris. Conforme a investigação, o líder da organização se uniu a outros colaboradores para continuar cometendo crimes e para ocultar bens de origem criminosa.  

A deflagração da Fase 2 ocorreu a partir da análise conjunta de novas ocorrências policiais e do cruzamento de informações extraídas de aparelhos celulares, documentos fiscais, registros de localização, dados de veículos, comunicações por aplicativos de mensagens e elementos relacionados à logística utilizada pelo grupo.  

A operação foi coordenada pelo Gaeco Patos de Minas, em conjunto com a Polícia Militar de Uberlândia e Frutal. A ação contou com o apoio dos Gaecos de Uberlândia e Uberaba, além da Polícia Penal de Minas e do Gaeco do Ministério Público da Bahia.  

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Ministério Público de Minas Gerais

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