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Um policial civil do município de Ubá, na Zona da Mata, foi condenado a quatro anos, dez meses e 15 dias de reclusão, em regime semiaberto, e 141 dias-multas por interferir nas investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), dificultando a obtenção de provas.  

Em sentença proferida nesta segunda-feira, 16 de março, a Justiça, além de condenar o policial atrapalhar investigação, decretou a perda do cargo do agente público. 

Segundo as apurações, o policial apagou provas contidas em dispositivos eletrônicos à distância, de forma remota, trazendo prejuízos às apurações criminais.  

Em outro processo, o mesmo policial já havia sido condenado recentemente a uma pena de 11 anos e 3 meses de reclusão, em regime fechado, por liderar milícia privada armada. O condenado, que está preso desde 28 de novembro de 2024, ainda responde outra ação penal na comarca de Ubá, pela prática de 272 crimes de corrupção. 

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