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Criminal07/11/2018
Seminário discute Segurança Pública e Inteligência no Sistema Prisional
Seminário discute Segurança Pública e Inteligência no Sistema Prisional

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), realizou esta semana o Seminário Segurança Pública e Inteligência no Sistema Prisional. O evento ocorreu nos dias 5 e 6, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Belo Horizonte.

No primeiro dia do seminário, foram discutidos os temas: Sinistralidade contra empresas de transporte de valores; Histórico, tendências e evolução do crime no Brasil; Intervenção policial nos crimes violentos contra o patrimônio; Inteligência, MP e enfrentamento às facções criminosas; e Administração criminosa em Minas Gerais.

No segundo dia, os palestrantes abordaram assuntos como: Diplomacia da segurança, enfrentamento do crime organizado – visão da inteligência de Estado; Sistema de inteligência penitenciária com foco nas organizações criminosas; e a Participação do Ministério Público na segurança pública e no sistema prisional.

Entre os palestrantes estavam o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias Criminais (Caocrim), Henrique Nogueira Macedo, o coordenador de Inteligência do Sistema Penitenciário Federal, Sandro Barradas, o oficial de Inteligência da Abin, Edgar Dias, e o gerente de segurança da Protege, Flávio Oliveira.

Para o coordenador do Caocrim, Henrique Nogueira, um dos objetivos do seminário foi disseminar as informações a respeito da Inteligência, e o outro foi começar a discutir uma possível integração, nesse sentido, das várias instituições e agências que compõem as forças de segurança do país.

Para Nogueira, o Brasil conta com boas estruturas de Inteligência, mas que trabalham de forma separada. Diante disso, seria preciso criar canais institucionais que permitam a integração e o compartilhamento seguro de informações de inteligência de modo que se tornem provas úteis aos processos judiciais.

Ao final do seminário, foi elaborado documento com algumas conclusões, como a de atuação integrada e cooperativa entre os órgãos de inteligência e de segurança; treinamento constante para os integrantes desses setores e; elaboração de planos de defesa ou de contingência para situações de crise.

Em relação ao MP, as conclusões sugerem uma cultura voltada à atividade de inteligência, como forma de prevenir crimes e de orientar a produção de provas. A inteligência executiva, segundo o documento, deve ser usada, junto à análise de dados, como um dos pilares da ação resolutiva do Ministério Público.


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07/11/2018

 


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