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Notícias

Patrimônio Público09/11/2017
MPMG e MPSP investigam irregularidades em contratos públicos de coleta de lixo em municípios dos dois estados

Operação Purgamentum ocorre em várias cidades de Minas e de São Paulo, onde agiam empresas contratadas por prefeituras para serviços de limpeza e coleta urbana de lixo

MPMG e MPSP investigam irregularidades em contratos públicos de coleta de lixo em municípios dos dois estados

Na manhã desta quinta-feira, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 7ª Promotoria de Justiça de Passo-MG, com o apoio do Grupo Especial de Defesa do Patrimônio Público (Gepp) e do Centro de Apoio Operacional de Patrimônio Público, a Assessoria de Crime de Prefeitos da Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo, o Ministério Público de Contas de São Paulo e o Gaeco do Ministério Público de São Paulo deflagraram operação para cumprimento de mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão expedidos por Varas Judiciais em Passos/MG e Ribeirão Preto/SP.

A ação contou com apoio da Polícia Civil de Minas e da Polícia Militar de São Paulo. Foram cumpridos 15 mandados de prisão, 44 mandados de busca e apreensão e 11, de conduções coercitivas, em cidades dos dois estados. Os alvos foram pessoas, empresas e prefeituras onde foram detectadas suspeitas de irregularidades em serviços de coleta urbana. Entre os presos estão um ex-prefeito, um ex-secretário de Obras, um ex-diretor de Limpeza Urbana e três funcionários do município de Passos, além de funcionários da empresa investigada.

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Passos, em Minas, e São Paulo, Sumaré, Paulínia, Casa Branca, Campinas, Ribeirão Preto, Batatais e Barretos, no estado de São Paulo.

Foram apreendidos cerca de R$310 mil em dinheiro, documentos de licitações e contratos públicos em prefeituras e empresas, além de computadores e equipamentos de mídia. Houve ainda o bloqueio de bens de pessoas e empresas envolvidas no valor de R$11.637.329,68.

As prisões temporárias decretadas pelo Juízo de Passos têm prazo inicial de cinco dias.



Os promotores de Justiça Paulo Frank, de Passos, e Fabrício da Fonseca, do Gepp, falam sobre as investigações.

  

 

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09/11/2017


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